As mesmas atitudes com pensamentos diferentes não vão mudar nada la na frente.
Você, sim Você é seu pior inimigo quando não se entende, quando não se conhece,
quando não aprende, quando não ouve, quando não ama, uma alma vazia.
Você não caminha, mesmo andando, não sai do lugar. Sem um foco, o inimigo dos seus sonhos, vai te atrapalhar.
Tem que olhar na horizontal, use o retrovisor também, dele você vai precisar.
E se falhar, tranquilo, calmo, amanha o Sol vai brilhar, logo no amanhecer alguém vai
estar chegando la na frente, e pode ser você."
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
"Agradecimento diário"
Ao meu criador com muito amor:
"- Não sei como te agradecer, por renovar minha alma ao amanhecer,
por ser esperança perante a dor, por ser misericórdia perante os meu erros e
"- Não sei como te agradecer, por renovar minha alma ao amanhecer,
por ser esperança perante a dor, por ser misericórdia perante os meu erros e
por ser muito mais do que os meus desejos!"
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"Na melhor hora"
De noite, na melhor hora da lua, eu vou estar la, e vou saber aproveitar.
Simples bem suave, entro na minha nave, meu role particular.
Meu feriado, minhas férias. Folgado, no meu dia de folga, não me liga não,
por que se for pra ser em vão, vou preferir ouvir o silêncio.
Eu, mas ninguém e a minha solidão.
Simples bem suave, entro na minha nave, meu role particular.
Meu feriado, minhas férias. Folgado, no meu dia de folga, não me liga não,
por que se for pra ser em vão, vou preferir ouvir o silêncio.
Eu, mas ninguém e a minha solidão.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
"Viva"
Que a vida venha cheia. Não importa de que, não importa aonde.
Se contagiar, ou se magoar, se amar ou maltratar, na ponte da vida eu vou devagar,
sem medo de cair, sem receio de me molhar.
Não tenha medo de se machucar, diante do novo, o mais certo é arriscar,
mas sem refugar.
Que a vida seja bem vinda, pra mim e pra você e que seja boa. Mas quando for ruim,
viva, viva, viva a vida, brinde na melhor e aprenda na pior.
Viva, viva, viva a vida sem dó, talvez isso seja um clichê, mas ela é uma só.
Se contagiar, ou se magoar, se amar ou maltratar, na ponte da vida eu vou devagar,
sem medo de cair, sem receio de me molhar.
Não tenha medo de se machucar, diante do novo, o mais certo é arriscar,
mas sem refugar.
Que a vida seja bem vinda, pra mim e pra você e que seja boa. Mas quando for ruim,
viva, viva, viva a vida, brinde na melhor e aprenda na pior.
Viva, viva, viva a vida sem dó, talvez isso seja um clichê, mas ela é uma só.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
"Jogando"
Estava sentado, com meus sentimentos aflorados
a flor da pele, eu senti sua gentileza,
me encantei com sua beleza.
Mas não se atreva, hoje eu não quero te ter,
mas não se entrega, por que eu não quero te ver.
Jogado, estagnado,
jogando, prostrado.
Tenho os melhores amigos,
contado nos dedos.
Minhas intenções são as melhores,
mas eu estou preso.
Jogado, estagnado
jogando, prostrado
O jogo deles é sujo, e você ficou pra traz
não mais te satisfaz, você nao acha a paz.
Aquele príncipe salvador virou seu capataz.
Se iludiu com o perfume, foi parar dentro do frasco,
conheceu o seu carrasco,
mas Ele me deu um antídoto,
por isso eu estou vivo.
Teimando, por jogar
jogando, por teimar.
a flor da pele, eu senti sua gentileza,
me encantei com sua beleza.
Mas não se atreva, hoje eu não quero te ter,
mas não se entrega, por que eu não quero te ver.
Jogado, estagnado,
jogando, prostrado.
Tenho os melhores amigos,
contado nos dedos.
Minhas intenções são as melhores,
mas eu estou preso.
Jogado, estagnado
jogando, prostrado
O jogo deles é sujo, e você ficou pra traz
não mais te satisfaz, você nao acha a paz.
Aquele príncipe salvador virou seu capataz.
Se iludiu com o perfume, foi parar dentro do frasco,
conheceu o seu carrasco,
mas Ele me deu um antídoto,
por isso eu estou vivo.
Teimando, por jogar
jogando, por teimar.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
*Fim de semana*
Sábado é sinônimo de diversão, folga, prazer, descontração, descanso e emoção.
A noite chega, todo mundo em seus "oasis" particulares, na rua, ou nos seus lares.
Domingo é sinônimo de frustração, ressaca, angústia e desilusão.
A noite chega, todo mundo em seus "buracos" particulares de insatisfação, em casa, ou nas suas "saideiras" de ilusão.
(estamos no mesmo barco, você querendo ou não)
domingo, 23 de outubro de 2011
"O jardim"
"Decidi um dia desses voltar a escrever, sem responsabilidade, assim sem maldade.
Meu tempo de infância, aprendi que o céu e o inferno eram consequência das nossas atitudes, essa são minhas lembranças. Na minha infância vivenciei situações que me assustavam, outras me intrigavam.
Sempre fui racional, mas a mesmice do cotidiano é insuportável, queria algo a mais, ou pelo menos respostas das perguntas que eu tinha.
Onde estava a minha salvação para esse tédio, essa insegurança, ela estava num jardim, bonito, um jardim de ilusão, nesse jardim a ilusão usava uma máscara, essa máscara tinha uma mistura de euforia e prazer, mas com toques de insegurança, mas eu tinha uma companhia nesse jardim, e isso fazia toda diferença.
Minha curiosidade passou por cima da minha responsabilidade, com muita displicência entrei no jardim, e descobri que esse jardim se montava de pouco em pouco num
labirinto. Isso atiçou minha ansiedade e acendeu minha sagacidade.
O que eu via nesse jardim é que eu não precisava me preocupar com minhas perguntas, por breves momentos a sua beleza, a sua companhia bastava, mas quanto mais eu entrava no jardim, descobria o labirinto, a companhia já não me acompanhava e as perguntas se tornavam meus carmas pessoais.
Cheio de angústia, continuei a caminhar no jardim, vi muitos "oasis", vi muitas paradas pra descansar, nessas paradas aquela companhia voltava e eu fingia esquecer do labirinto, mas acendi um cigarro e olhei para frente e o re-vi, olhei para trás, e não tinha mais companhia. chorei por dentro, voltei correndo onde tinha visto um
oasis, mas o que eu achei, foi um buraco não era tão fundo, mas a companhia estava la, fiquei eufórico, agachei, estiquei minha mão mas, na camiseta dela estava escrito:
"- É agora ou nunca, me deixe". Eu resisti, estiquei minha mão de novo e escorregando gritava vem, vem, vem, vem, e ela sorriu irônicamente e tirou a camiseta, no seu peito estava escrito: "- Equilibre-se e vá". Senti raiva porque quando eu mais queria sua companhia, ela fugia de mim quando mais precisava dela ela me ignorava. Levantei, e deixei com ela a minha ansiedade e minha angustia, ela me deu em troca um equilíbrio, e voltei sentido contrário, porque o que via na frente e quase dentro do labirinto eram pessoas chorando, sem roupas, sem brilho, sem nada.
Meu tempo de infância, aprendi que o céu e o inferno eram consequência das nossas atitudes, essa são minhas lembranças. Na minha infância vivenciei situações que me assustavam, outras me intrigavam.
Sempre fui racional, mas a mesmice do cotidiano é insuportável, queria algo a mais, ou pelo menos respostas das perguntas que eu tinha.
Onde estava a minha salvação para esse tédio, essa insegurança, ela estava num jardim, bonito, um jardim de ilusão, nesse jardim a ilusão usava uma máscara, essa máscara tinha uma mistura de euforia e prazer, mas com toques de insegurança, mas eu tinha uma companhia nesse jardim, e isso fazia toda diferença.
Minha curiosidade passou por cima da minha responsabilidade, com muita displicência entrei no jardim, e descobri que esse jardim se montava de pouco em pouco num
labirinto. Isso atiçou minha ansiedade e acendeu minha sagacidade.
O que eu via nesse jardim é que eu não precisava me preocupar com minhas perguntas, por breves momentos a sua beleza, a sua companhia bastava, mas quanto mais eu entrava no jardim, descobria o labirinto, a companhia já não me acompanhava e as perguntas se tornavam meus carmas pessoais.
Cheio de angústia, continuei a caminhar no jardim, vi muitos "oasis", vi muitas paradas pra descansar, nessas paradas aquela companhia voltava e eu fingia esquecer do labirinto, mas acendi um cigarro e olhei para frente e o re-vi, olhei para trás, e não tinha mais companhia. chorei por dentro, voltei correndo onde tinha visto um
oasis, mas o que eu achei, foi um buraco não era tão fundo, mas a companhia estava la, fiquei eufórico, agachei, estiquei minha mão mas, na camiseta dela estava escrito:
"- É agora ou nunca, me deixe". Eu resisti, estiquei minha mão de novo e escorregando gritava vem, vem, vem, vem, e ela sorriu irônicamente e tirou a camiseta, no seu peito estava escrito: "- Equilibre-se e vá". Senti raiva porque quando eu mais queria sua companhia, ela fugia de mim quando mais precisava dela ela me ignorava. Levantei, e deixei com ela a minha ansiedade e minha angustia, ela me deu em troca um equilíbrio, e voltei sentido contrário, porque o que via na frente e quase dentro do labirinto eram pessoas chorando, sem roupas, sem brilho, sem nada.
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